Colombia
Introducción: el reciente incremento de las enfermedades crónicas no transmisibles ha modificado el perfil epidemiológico mundial y nacional. Así, se ha presentado un aumento en la complejidad de los tratamientos farmacológicos y en consecuencia la polifarmacia. Esta situación es potencialmente problemática ya que genera problemas relacionados con medicamentos, como pueden ser las interacciones farmacológicas o el fallo terapéutico, derivados de múltiples factores como falencias en el conocimiento de los medicamentos, incumplimiento terapéutico, fallas en la integración del equipo de salud e inclusive barreras para la transición segura de las atenciones en salud. Por ello enfermería, desde su rol orientador, educador e integrador, tiene un gran campo de acción y pertinencia en este escenario mediante la realización de un seguimiento farmacoterapéutico integral por enfermería (SFTE) que permita incidir desde varios frentes en la mitigación de la ocurrencia de problemas relacionados con medicamentos. Objetivo: analizar la literatura científica reciente cuáles son los componentes de un modelo de seguimiento farmacoterapéutico por enfermería (SFTE) en los últimos 10 años . Metodología: revisión integrativa de literatura de artículos publicados entre 2010 y 2020 en las bases de datos ScienceDirect, Scopus, Wiley Online Library y Academic Search Complete. La muestra estuvo conformada por 21 artículos en español e inglés. Resultados: se identificaron seis categorías para determinar los componentes de un modelo: denominación del SFTE, componentes del proceso, intervenciones farmacológicas, intervenciones no farmacológicas, redes de apoyo y evaluación del proceso. Conclusiones: el seguimiento farmacoterapéutico por enfermería se constituye en un marco de referencia que proporciona continuidad en la atención de salud e incide de forma favorable en la calidad de vida de las personas con tratamientos farmacológicos.
Introduction: The recent rise in chronic noncommunicable diseases has changed the global and national epidemiological profile. As a result, the complexity of pharmacological treatments has increased, as has polypharmacy. This situation is potentially problematic because it leads to drug-related problems, such as drug interactions or treatment failures, due to a variety of factors, including lack of drug knowledge, treatment nonadherence, failure to integrate the healthcare team, and even barriers to a safe transition of care. Therefore, nursing, from its guiding, educating, and integrating role, has a great field of action and relevance in this scenario through the implementation of a comprehensive nursing pharmacotherapeutic follow-up (SFTE, for its acronym in Spanish), which allows influencing from several fronts in the mitigation of the occurrence of drug-related problems. Objective: To analyze in the recent scientific literature the components of a model for nursing pharmacotherapeutic follow-up (SFTE) in the last ten years. Methods: An integrative literature review of articles published between 2010 and 2020 in ScienceDirect, Scopus, Wiley Online Library, and Academic Search Complete databases was conducted. The sample consisted of 21 articles in Spanish and English. Results: Six categories were identified to determine the components of a model: SFTE denomination, process components, pharmacological interventions, non-pharmacological interventions, support networks, and process evaluation. Conclusions: Nursing pharmacotherapeutic follow-up (SFTE) is a frame of reference that provides continuity in healthcare and positively impacts on the quality of life of people undergoing pharmacological treatment.
Introdução: o recente aumento das doenças crônicas não transmissíveis modificou o perfil epidemiológico mundial e nacional. Assim, houve um aumento na complexidade dos tratamentos farmacológicos e consequentemente da polifarmácia. Esta situação é potencialmente problemática, pois gera problemas relacionados aos medicamentos, como interações medicamentosas ou falhas terapêuticas, derivados de múltiplos fatores como deficiências no conhecimento dos medicamentos, não adesão terapêutica, falhas na integração da equipe de saúde e inclusive barreiras para a transição segura dos cuidados de saúde. Por isso, a enfermagem, a partir do seu papel orientador, educador e integrador, tem um grande campo de atuação e relevância neste cenário ao realizar um monitoramento farmacoterapêutico integral pela enfermagem (MFTE) que permite influenciar em diversas frentes na mitigação da ocorrência de problemas relacionados com os medicamentos. Metodologia: revisão integrativa da literatura de artigos publicados entre 2010 e 2020 nas bases ScienceDirect, Scopus, Wiley Online Library e Academic Search Complete. A amostra foi composta por 21 artigos em espanhol e inglês. Resultados: identificaram-se seis categorias para determinar os componentes de um modelo: nome do MFTE, componentes do processo, intervenções farmacológicas, intervenções não farmacológicas, redes de apoio e avaliação de processos. Conclusões: o acompanhamento farmacoterapêutico pela enfermagem constitui um quadro de referência que proporciona continuidade nos cuidados de saúde e afeta favoravelmente a qualidade de vida das pessoas com tratamentos farmacológicos.