Daniela Salazar Sepúlveda, Manuela Usma Trujillo
, Laura Cristina Tobón Otálvaro
, Isabela Aristizabal Gómez
, Valentina García Henao
, Luisa Fernanda Calderón Álvarez
, Dora Isabel Giraldo Montoya
Introducción: la depresión posparto es la complicación psiquiátrica más frecuente del periodo posnatal y con altas repercusiones en el bienestar de la madre y del bebé. Objetivo: identificar el riesgo de depresión posparto en una institución de salud de Medellín en el periodo del año 2021-2. Metodología: estudio cuantitativo de tipo descriptivo transversal no probabilístico por conveniencia. La población correspondió a todas las madres accesibles que firmaron el consentimiento informado y cumplieron los criterios de inclusión: encontrarse en posparto inmediato o mediato (hasta 40 días), mayores de 18 años y alfabetas. Se empleó una encuesta elaborada por las investigadoras para obtener los datos sociodemográficos y obstétricos. Para determinar el riesgo de depresión posparto, se empleó la Escala de Edimburgo para depresión posparto, autoaplicada y de uso libre. El análisis estadístico descriptivo se realizó mediante frecuencias absolutas y relativas y el riesgo de depresión posparto fue interpretado mediante el puntaje global, acorde a la explicación de la escala. Se utilizó el programa estadístico Epi-info v. 7.2.5.0. El estudio contó con la aprobación del Comité de Ética de la Escuela de Ciencias de la Salud y por el Comité de Investigación de la Institución de salud de Medellín. Resultados: la mediana de edad fue 25 años, el 50 % de las participantes tenía un hijo y el 64 % se encontraba en unión libre, un 46 % tenía escolaridad secundaria, el 42 % era ama de casa, el 48 % se ubicaba en el estrato socioeconómico 2 y el 70 % afirmó que su embarazo fue deseado. Al analizar el puntaje global de la Escala de Edimburgo se encontró que el 70 % de las madres no presentaron riesgo de depresión posparto. El 30 % del total de la muestra registró algún riesgo de depresión posparto. Conclusiones: Un 13% de las madres presentaron algún riesgo de depresión posparto y el 17% de las madres obtuvieron un riesgo alto de posible depresión posparto.
Introduction: Postpartum depression is the most common psychiatric complication of the postnatal period and has a major impact on the well-being of both mother and baby. Objective: To identify the risk of postpartum depression in a health facility in Medellín in the period 2021-2. Methods: Quantitative cross-sectional descriptive study using non-probability convenience sampling. The population consisted of all accessible mothers who signed the informed consent form and met the inclusion criteria: immediate or mid-term postpartum (up to 40 days), over 18 years of age, and able to read and write. A survey developed by the researchers was used to collect sociodemographic and obstetric data. The free, self-administered Edinburgh Postnatal Depression Scale (EPDS) was used to determine the risk of postpartum depression. Descriptive statistical analysis was performed using absolute and relative frequencies, and the risk of postpartum depression was interpreted using the global score according to the scale interpretation. The statistical software Epi-info v. 7.2.5.0 was used. The study was approved by the Ethics Committee of the School of Health Sciences and the Research Committee of the health institution in Medellín. Results: The median age was 25 years, 50% of the participants already had a child, and 64% were in a domestic partnership; 46% had a high school education, 42% were homemakers, 48% were in socioeconomic stratum 2, and 70% reported that their pregnancy was wanted. When the total score of the Edinburgh Scale was analyzed, it was found that 70% of the mothers were not at risk for postpartum depression. Thirty percent of the total sample registered some risk of postpartum depression. Conclusion: Thirty percent of the total sample registered some risk of postpartum depression.
Introdução: a depressão pós-parto é a complicação psiquiátrica mais frequente do período pós-natal e tem um elevado impacto no bem-estar da mãe e do bebé. Objetivo: identificar o risco de depressão pós-parto em uma instituição de saúde em Medellín no período 2021-2. Metodologia: estudo quantitativo, descritivo, transversal, não probabilístico, quantitativo por conveniência. A população correspondeu a todas as mães acessíveis que assinaram o termo de consentimento livre e esclarecido e atenderam aos critérios de inclusão: pós-parto imediato ou tardio (até 40 dias), maiores de 18 anos e alfabetizadas. Um questionário desenvolvido pelos pesquisadores foi utilizado para obter dados sociodemográficos e obstétricos. Para determinar o risco de depressão pós-parto, foi utilizada a Escala de Depressão Pós-Parto de Edimburgo, de uso livre e auto-administrada. A análise estatística descritiva foi efetivada através de frequências absolutas e relativas e o risco de depressão pós-parto foi interpretado através da pontuação global, de acordo com a explicação da escala. Foi utilizado o programa estatístico Epi-info v. 7.2.5.0. O estudo foi aprovado pela Comissão de Ética da Faculdade de Ciências da Saúde e pela Comissão de Pesquisa da Instituição de Saúde de Medellín. Resultados: A idade mediana foi de 25 anos, 50% das participantes tinham um filho e 64% estavam em união de facto, 46% tinham o ensino médio, 42% eram donas de casa, 48% pertenciam à população de baixa renda e 70% afirmaram que a sua gravidez era desejada. Ao analisar a pontuação global da Escala de Edimburgo, verificou-se que 70% das mães não estavam em risco de depressão pós-parto. 30 % da amostra total registrou algum risco de depressão pós-parto. Conclusões: 13% das mães apresentavam algum risco de depressão pós-parto e 17% das mães registaram um risco elevado de possível depressão pós-parto.