Luz Elena Cano Fajardo, Karla Neidy Perales Hinojosa, Mayra Alejandra Míreles Alonso, San Juana López-Guevara, Jesús Alejandro Guerra Ordoñez, Tirso Duran Badillo
Introducción: La adopción de hábitos alimentarios se encuentra influenciada por la familia, siendo la madre su cuidador principal por lo que su percepción juega un papel importante en el tipo de alimentos que consume el escolar. Objetivo: Conocer la relación entre la percepción materna y las conductas alimentarias sobre el estado nutricional del escolar. Metodología: Estudio descriptivo y correlacional, participaron 223 diadas madre-escolar de una institución pública en Matamoros, Tamaulipas. Se analizo el índice de masa corporal (IMC), la percepción materna a través de un pictograma de imágenes corporales y el Children's Eating Behaviour Questionnaire (CEBQ) para medir conductas alimentarias. Resultados: Solo el 47% de las madres identificaron correctamente el estado nutricional de sus hijos, el resto subestimo el sobrepeso y la obesidad, solo el 34.5% de los escolares tenía un peso normal. Se encontró una diferencia significativa de .000 entre la percepción materna sobre el peso del escolar, y el estado nutricional real del mismo. Además, se realizó una prueba no paramétrica de Spearman obteniendo como resultado valores arriba de 0.01 concluyendo que no existe relación entre las conductas alimentarias y el índice de masa corporal del escolar. Conclusiones: La subestimación materna del sobrepeso y la obesidad puede dificultar la adopción de hábitos saludables, aumentando el riesgo de enfermedades crónicas en la infancia. Se concluye que es esencial implementar estrategias educativas dirigidas a las madres para mejorar la identificación del estado nutricional de sus hijos y fomentar prácticas alimentarias saludables.
Introduction: The adoption of eating habits is influenced by the family, with the mother being the primary caregiver; therefore, her perception plays an important role in the type of food the child consumes. Objectives: To understand the relationship between maternal perception and eating behaviors regarding the child's nutritional status. Methodology: A descriptive and correlational study with 223 mother-child dyads from a public institution in Matamoros, Tamaulipas. Body mass index (BMI) was analyzed, maternal perception was assessed using a body image pictogram, and eating behaviors were measured with the Children's Eating Behaviour Questionnaire (CEBQ). Results: Only 47% of mothers correctly identified their child's nutritional status, while the rest underestimated overweight and obesity. Only 34.5% of children had a normal weight. A significant difference of .000 was found between maternal perception of the child's weight and the actual nutritional status. Additionally, a non-parametric Spearman test was conducted, yielding values above 0.01, concluding that there is no relationship between eating behaviors and the child's body mass index. Conclusions: Maternal underestimation of overweight and obesity can hinder the adoption of healthy habits, increasing the risk of chronic diseases in childhood. It is essential to implement educational strategies for mothers to improve the identification of their child's nutritional status and promote healthy eating practices.
Introdução: A adoção de hábitos alimentares é influenciada pela família, sendo a mãe a principal cuidadora; portanto, sua percepção desempenha um papel importante no tipo de alimentos que a criança consome. Objetivos: Compreender a relação entre a percepção materna e os comportamentos alimentares em relação ao estado nutricional da criança. Metodologia: Estudo descritivo e correlacional com 223 díades mãe-criança de uma instituição pública em Matamoros, Tamaulipas. O índice de massa corporal (IMC) foi analisado, a percepção materna foi avaliada por meio de um pictograma de imagens corporais e os comportamentos alimentares foram medidos com o Children's Eating Behaviour Questionnaire (CEBQ). Resultados: Apenas 47% das mães identificaram corretamente o estado nutricional de seus filhos, enquanto o restante subestimou o sobrepeso e a obesidade. Apenas 34,5% das crianças tinham peso normal. Foi encontrada uma diferença significativa de .000 entre a percepção materna do peso da criança e o estado nutricional real. Além disso, foi realizado um teste não paramétrico de Spearman, obtendo valores acima de 0,01, concluindo que não existe relação entre os comportamentos alimentares e o índice de massa corporal da criança. Conclusões: A subestimação materna do sobrepeso e da obesidade pode dificultar a adoção de hábitos saudáveis, aumentando o risco de doenças crônicas na infância. Conclui-se que é essencial implementar estratégias educativas para as mães, a fim de melhorar a identificação do estado nutricional de seus filhos e promover práticas alimentares saudáveis.