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Maria Neyrian de Fatima Fernandes
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Francisco Mayron Morais Soares
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Isaura Leticia Tavares Palmeira Rolim
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Diogo Matheus Barros da Silva
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Brasil
Introduction: Self-efficacy is a psychological construct developed by Bandura that is widely used in the health sciences; it refers to an individual’s belief in their ability to organize and perform the actions necessary to cope with future situations. In contrast, although inadequate self-efficacy is often described as a limited individual perception, it remains relatively undefined in the literature. Objective: To conduct a conceptual analysis of the term ‘inadequate health self-efficacy, focusing on its applicability in the nursing context. Materials and Methods: This is a conceptual analysis based on the eight steps proposed by Walker and Avant, complemented by an integrative literature review, following the guidelines of the PRISMA checklist. The search was conducted during June 2025 in the SciELO, PubMed, and EBSCO databases, using the keyword ‘inadequate health self-efficacy,’ with no language restrictions and a time frame limited to the last five years. Eligibility criteria included original articles, theoretical or methodological studies, and reviews that directly or indirectly addressed the concept of inadequate health self-efficacy, available in full. Results: Inadequate health self-efficacy is an individual’s limited belief in their ability to take the necessary actions to achieve therapeutic goals and maintain self-care behaviors, resulting in emotional, functional, and clinical impairments. Furthermore, precedents (chronic condition, lack of knowledge, and lack of social support) and consequents (poor treatment adherence, clinical deterioration, and psychoemotional distress) were identified. Conclusion: This conceptual evolution will contribute significantly to evidence-based nursing practices informed by clinical judgment, which will strengthen approaches aimed at promoting patient self-care and autonomy.
Introdução: A autoeficácia é um constructo psicológico desenvolvido por Bandura, amplamente utilizado nas ciências da saúde, e representa a crença do indivíduo em sua capacidade de organizar e executar ações necessárias para lidar com situações futuras. Em contrapartida, a autoeficácia inadequada, apesar de difundida como uma percepção individual limitada, permanece pouco definida na literatura. Objetivo: realizar uma análise conceitual do termo “autoeficácia inadequada em saúde”, com foco na sua aplicabilidade no contexto da enfermagem. Materiais e método: Trata-se de uma análise conceitual baseada nas oito etapas propostas por Walker e Avant, complementada por uma revisão integrativa da literatura, seguindo as recomendações do checklist PRISMA. A busca foi realizada em junho de 2025, nas bases SciELO, PubMed e EBSCO, utilizando a palavra-chave “inadequate health self- efficacy”, sem restrição de idioma e com recorte temporal para os últimos cinco anos. Os critérios de elegibilidade incluíram artigos originais, estudos teóricos ou metodológicos e revisões que abordassem direta ou indiretamente o conceito de autoeficácia inadequada em saúde, disponíveis na íntegra. Resultados: A autoeficácia inadequada em saúde é a crença limitada do indivíduo em sua capacidade de realizar ações necessárias para alcançar metas terapêuticas e manter comportamentos de autocuidado, resultando em prejuízos emocionais, funcionais e clínicos. Ademais, foram identificados antecedentes (condição crônica, falta de conhecimento e suporte social) e consequentes (baixa adesão ao tratamento, piora clínica e sofrimento psicoemocional). Conclusão: Essa evolução conceitual contribuirá significativamente para práticas de enfermagem baseadas em evidências e subsidiadas pelo discernimento clínico, o que fortalecerá abordagens voltadas à promoção do autocuidado e da autonomia do paciente.
Introducción: la autoeficacia es un constructo psicológico desarrollado por Bandura, ampliamente utilizado en las ciencias de la salud, y representa la creencia del individuo en su capacidad para organizar y ejecutar las acciones necesarias para afrontar situaciones futuras. En contraste, la autoeficacia inadecuada, aunque difundida como una percepción limitada del individuo, permanece escasamente definida en la literatura. Objetivo: realizar un análisis conceptual del término “autoeficacia inadecuada en salud”, centrándose en su aplicabilidad en el contexto de la enfermería. Materiales y método: se trata de un análisis conceptual, basado en los ocho pasos propuestos por Walker y Avant, complementado por una revisión integradora de la literatura, conforme a las recomendaciones de la lista de verificación PRISMA. La búsqueda se realizó en junio de 2025, en las bases de datos SciELO, PubMed y EBSCO, utilizando la palabra clave “inadequate health self-efficacy”, sin restricción de idioma y con un marco temporal de los últimos cinco años. Los criterios de elegibilidad incluyeron artículos originales, estudios teóricos o metodológicos y revisiones que abordaran directa o indirectamente el concepto de autoeficacia inadecuada para la salud, disponibles en su texto completo. Resultados: la autoeficacia inadecuada en salud corresponde a la creencia limitada del individuo en su capacidad para realizar las acciones necesarias para alcanzar objetivos terapéuticos y mantener conductas de autocuidado, lo que resulta en deterioros emocionales, funcionales y clínicos. Además, se identificaron antecedentes (enfermedad crónica, falta de conocimiento y apoyo social) y consecuentes (baja adherencia al tratamiento, empeoramiento clínico y sufrimiento psicoemocional). Conclusión: esta evolución conceptual contribuirá significativamente a las prácticas de enfermería basadas en evidencia y sustentadas en el discernimiento clínico, lo que fortalecerá enfoques orientados a promover el autocuidado y la autonomía del paciente.