Argentina
Argentina
Argentina
Tarapoto, Perú
Argentina
Argentina
Argentina
Resumen Introducción: el estudio caracteriza la fuerza de trabajo en enfermería en términos de empleabilidad y formación en Argentina.
Metodología: se llevó a cabo un estudio descriptivo, transversal, que combinó relevamiento documental con un cuestionario diseñado por el equipo de investigadores, el “Cuestionario de empleabilidad y formación en enfermería” (CEyFE).
Resultados: se conformó una muestra con 4.038 egresados de grado (n1= 1652) y pregrado (n2= 2386), de cuyo total el 83,4% fue mujer. El 47,4% manifestó ser jefe/a de hogar, el 55,3 % informó poseer un solo empleo. El 75% señaló una relación laboral estable en planta permanente. Las competencias técnicas son las más aplicadas en el ejercicio laboral/profesional (80,4%), siendo las competencias de investigación las menos aplicadas. También se observó que solo dos de cada 10 egresados de grado se graduaron dentro de los plazos establecidos en el plan de estudios, mientras el 39% (n= 503) tardó de seis a nueve años para egresar. El 80% refiere no tener participación en asociaciones profesionales y el 92,5% no participa en ninguna actividad gremial/sindical.
Conclusiones: se destaca la brecha entre el mundo académico y el mundo laboral en varios planos. Se considera que el futuro de la enfermería argentina depende de decisiones estratégicas, coordinadas y con la participación de múltiples actores, superando la fragmentación entre subsectores educativos y sanitarios, y cuenta de las especificidades, dinámicas y diversidades geográficas.
Abstract:
Introduction: pthis study characterizes the nursing workforce in terms of employability and training in Argentina.
Methodology: a descriptive, cross-sectional study was conducted that combined a literature review with a questionnaire designed by the research team, the “Questionnaire on Employability and Nursing Education” (CEyFE).
Results: a sample was formed comprising 4,038 graduates with advanced degrees (n1 = 1,652) and undergraduate degrees (n2 = 2,386), of whom 83.4% were women. 47.4% reported being the head of household, and 55.3% reported having a single job. 75% indicated a stable, permanent employment relationship. Technical competencies are the most frequently applied in professional practice, reaching 80.4%, while research competencies are the least applied. It was also observed that only 2 out of every 10 undergraduate graduates completed their degree within the timeframe established in the curriculum, while 39% (n=503) took 6 to 9 years to graduate. 80% reported not participating in professional associations, and 92.5% do not participate in any union or trade union activities.
Conclusions: the gap between academia and the professional world is evident on several levels. We believe that the future of nursing in Argentina depends on strategic, coordinated, and participatory decisions involving multiple stakeholders, overcoming the fragmentation between the education and health sectors, and taking into account specific characteristics, dynamics, and geographic diversity.
Resumo:
Introdução: o estudo caracteriza a força de trabalho na área de Enfermagem em termos de empregabilidade e formação na Argentina.
Metodologia: foi realizado um estudo descritivo e transversal que combinou uma análise documental com um questionário elaborado pela equipe de pesquisadores, o “Questionário de empregabilidade e formação em enfermagem” (CEyFE).
Resultados: foi constituída uma amostra com 4.038 graduados de nível superior (n1 = 1.652) e de nível técnico (n2 = 2.386), dos quais 83,4% eram mulheres. 47,4% declararam ser chefes de família, 55,3% informaram ter um único emprego. 75% indicaram uma relação de trabalho estável em regime de efetivo. As competências técnicas são as mais aplicadas no exercício profissional, atingindo 80,4%, sendo as competências de pesquisa as menos aplicadas. Observou-se também que apenas 2 em cada 10 graduados concluíram o curso dentro dos prazos estabelecidos no plano de estudos, enquanto 39% (n=503) levaram de 6 a 9 anos para se formar. 80% referem não participar de associações profissionais e 92,5% não participam de nenhuma atividade sindical.
Conclusões: destaca-se a lacuna entre o mundo acadêmico e o mundo do trabalho em vários níveis. Consideramos que o futuro da Enfermagem Argentina depende de decisões estratégicas, coordenadas e participativas de múltiplos atores, superando a fragmentação entre os subsetores educacional e de saúde e levando em conta as especificidades, dinâmicas e diversidades geográficas.