Sávio Luís Oliveira da Silva
, Rafael Carvalho da Silva Mocarzel
, Bruna Medeiros Neves
BACKGROUND: Regular physical activity is essential for promoting health, autonomy, and quality of life for people with physical disabilities. However, architectural barriers still limit access to and permanence in spaces intended for physical exercise, such as fitness centers.OBJECTIVE: This study aimed to analyze architectural accessibility conditions for wheelchair users in fitness centers in the municipality of Maricá, Rio de Janeiro.METHOD: This observational, exploratory, and cross-sectional study was conducted in 23 fitness centers using a checklist adapted from ABNT NBR 9050. Data were analyzed descriptively using frequencies and percentages, complemented by qualitative interpretative analysis.RESULTS: The results indicated that none of the evaluated fitness centers presented full architectural accessibility, with inadequacies identified in accessible routes, signage, furniture, equipment, and restrooms.CONCLUSION: It is concluded that the investigated fitness centers present significant structural limitations, highlighting the need for architectural adaptations and systematic inspection actions.
INTRODUÇÃO: A prática regular de atividade física é fundamental para a promoção da saúde, autonomia e qualidade de vida de pessoas com deficiência física. Entretanto, barreiras arquitetônicas ainda limitam o acesso e a permanência desse público em espaços destinados à prática de exercícios físicos, como academias de ginástica. OBJETIVO: Analisar as condições de acessibilidade arquitetônica para pessoas que utilizam cadeira de rodas em academias do município de Maricá, Rio de Janeiro.MÉTODOS: Trata-se de um estudo observacional, exploratório e transversal, realizado em 23 academias do município, por meio da aplicação de um checklist adaptado da NBR 9050. A análise dos dados foi de natureza descritiva, com apresentação de frequências e percentuais, complementada por análise qualitativa interpretativa.RESULTADOS: Os resultados indicaram que nenhuma das academias avaliadas apresentou acessibilidade arquitetônica plena. Observou-se ausência ou inadequação de rotas acessíveis, sinalização, mobiliário, equipamentos e sanitários adaptados, em desacordo com os parâmetros normativos vigentes.CONCLUSÃO: Conclui-se que as academias investigadas apresentam importantes limitações estruturais, evidenciando a necessidade de adequações arquitetônicas e de ações sistemáticas de fiscalização para garantir o direito de acesso à prática de atividade física por pessoas que utilizam cadeira de rodas.