Miguel Gil Castro, Aldara Vázquez Méndez
, Orlando Conde Vázquez
, Irimia Mollinedo Cardalda 

Introducción Aunque el baloncesto no se considera un deporte de contacto pleno, existe un riesgo notable de lesiones faciales, como fracturas nasales, laceraciones y abrasiones corneales, con repercusiones funcionales, estéticas y psicológicas.
Objetivo Analizar la incidencia y características de estas lesiones en jugadores y jugadoras de baloncesto de todos los niveles en los últimos cinco años y aportar evidencia útil para estrategias preventivas.
Material y métodos Se realizó una revisión sistemática conforme a PRISMA. La búsqueda se efectuó en cinco bases de datos (diciembre 2024–enero 2025), incluyendo estudios observacionales publicados en inglés o español en los últimos cinco años. La calidad metodológica se evaluó mediante la escala Newcastle–Ottawa.
Resultados De 217 estudios identificados, 12 cumplieron criterios de inclusión. Las lesiones más frecuentes fueron fracturas nasales, seguidas de laceraciones y abrasiones corneales. El mecanismo principal fue el contacto con otro jugador, seguido del impacto con el balón. La incidencia fue mayor en varones.
Conclusión Las lesiones faciales en baloncesto son frecuentes y significativas, pero siguen subestimadas, por lo que se recomienda promover medidas preventivas y el uso de protección facial.
Introduction Although basketball is not considered a full-contact sport, there is a significant risk of facial injuries, such as nasal fractures, lacerations and corneal abrasions, with functional, aesthetic and psychological consequences.
Objective To analyse the incidence and characteristics of these injuries in basketball players of all levels over the past five years and to provide evidence useful for preventive strategies.
Material and methods A systematic review was conducted in accordance with PRISMA. Searches were performed in five databases (December 2024–January 2025), including observational studies published in English or Spanish within the last five years. Methodological quality was assessed using the Newcastle–Ottawa Scale.
Results Of 217 studies identified, 12 met the inclusion criteria. The most frequent injuries were nasal fractures, followed by lacerations and corneal abrasions. The main mechanism was player-to-player contact, followed by ball impact. Incidence was higher in men.
Conclusion Facial injuries in basketball are frequent and significant, yet underestimated. Preventive measures and facial protection are recommended.
Introdução Embora o basquetebol não seja considerado um desporto de contacto pleno, existe um risco significativo de lesões faciais, como fraturas nasais, lacerações e abrasões corneanas, com consequências funcionais, estéticas e psicológicas.
Objetivo Analisar a incidência e as características dessas lesões em jogadores e jogadoras de basquetebol de todos os níveis nos últimos cinco anos e fornecer evidência útil para estratégias preventivas.
Material e métodos Realizou-se uma revisão sistemática de acordo com a PRISMA. A pesquisa foi efetuada em cinco bases de dados (dezembro de 2024–janeiro de 2025), incluindo estudos observacionais publicados em inglês ou em espanhol nos últimos cinco anos. A qualidade metodológica foi avaliada através da escala Newcastle–Ottawa.
Resultados Dos 217 estudos identificados, 12 cumpriram os critérios de inclusão. As lesões mais frequentes foram fraturas nasais, seguidas de lacerações e abrasões corneanas. O principal mecanismo foi o contacto entre jogadores, seguido do impacto da bola. A incidência foi maior nos homens.
Conclusão As lesões faciais no basquetebol são frequentes e relevantes, mas continuam subestimadas. Recomenda-se a implementação de medidas preventivas e o uso de proteção facial.