Francisco Vargas Silva, Hector Rute Uribe, Solange Parra Soto, Samuel Duran Agüero, Elena S. Rotarou, Rafael Pizarro Mena
RESUMEN Introducción. Siguiendo la tendencia mundial, Latinoamérica está atravesando un proceso de envejecimiento acelerado. En este contexto, en Latinoamérica no se ha explorado el nivel de conocimiento de herramientas de valoración gerontológica integral. El objetivo de este estudio fue determinar el nivel de conocimiento de herramientas de valoración gerontológica integral por profesionales de salud, según el sexo, edad, formación, años y horas diarias de trabajo con personas mayores. Metodología. Estudio observacional, transversal. El muestreo fue no probabilístico. La muestra incluyó profesionales que trabajan con personas mayores, quienes respondieron una encuesta en línea, la cual incluyó datos sociodemográficos y 4 listados de herramientas de cada esfera de Valoración Gerontológica Integral (listado de 13 herramientas de la esfera biomédica, 13 herramientas funcionales, 15 herramientas mentales: cognitivo-anímicas; y 7 herramientas sociales), con el objetivo de identificar su máximo nivel de conocimiento. Resultados. La encuesta fue contestada por 236 profesionales. La edad promedio fue de 36.2 (DE=10.2) años, las mujeres predominaron en el estudio (67.8%). Se identificó heterogeneidad en nivel de conocimiento de herramientas de Valoración Gerontológica Integral. Mayor nivel de conocimiento: EVA, Katz, Barthel, TUG, MMSE, MEFO, GDS, Genograma. Los profesionales con formación en el área y experiencia de 6 años o más trabajando con personas mayores tenían un mayor nivel de conocimiento de herramientas de Valoración Gerontológica Integral (mayoría de las esferas). Discusión. Se identifican resultados similares en estudios realizados en España y Alemania. Los resultados inéditos en la región indican que poseer mayor formación/experiencia de trabajo con personas mayores favorece un alto nivel de conocimiento y uso de herramientas de Valoración Gerontológica Integral, y en consecuencia, un mejor abordaje de Síndromes Geriátricos. Conclusiones. Se ha identificado en profesionales el nivel de conocimiento de herramientas de Valoración Gerontológica Integral según experiencias previas con personas mayores, por lo tanto, y a la luz de los resultados, se requiere mayor formación y capacitación de Valoración Gerontológica Integral y sus herramientas, en pre y postgrado en los países de la región.
ABSTRACT Introduction. Following the global trend, Latin America is experiencing a process of accelerated population aging. In this context, the level of knowledge about Comprehensive Gerontological Assessment tools has not been explored in Latin America. The aim of this study was to determine the level of knowledge of Comprehensive Gerontological Assessment tools among health professionals, according to sex, age, education, years of experience, and daily hours worked with older adults. Methodology. Observational, cross-sectional study. The sampling was non-probabilistic. The sample included professionals who work with older adults and who completed an online survey, which included sociodemographic data and 4 lists of tools from each domain of Comprehensive Gerontological Assessment (a list of 13 tools from the biomedical domain, 13 functional tools, 15 mental tools: cognitive-affective; and 7 social tools), with the objective of identifying their máximum level of knowledge. Results. The survey was completed by 236 professionals. The average age was 36.2 (SD=10.2) years, with women predominating in the study (67.8%). Heterogeneity was identified in the level of knowledge of Comprehensive Gerontological Assessment tools. Higher level of knowledge: VAS, Katz, Barthel, TUG, MMSE, MEFO, GDS, Genogram. Professionals with training in the field and 6 or more years of experience working with older adults demonstrated a higher level of knowledge of Comprehensive Gerontological Assessment tools (in the majority of domains). Discussion. Similar results have been identified in studies conducted in Spain and Germany. These novel findings in the region indicate that greater education and work experience with older adults promote a high level of knowledge and utilization of Comprehensive Gerontological Assessment tools, and consequently, a more effective management of Geriatric Syndromes. Conclusions. The level of knowledge of Comprehensive Gerontological Assessment tolos among professionals has been identified according to prior experiences with older adults, therefore, and in light of the results, greater education and training in Comprehensive Gerontological Assessment and its tools is required at the undergraduate and postgraduate levels in countries throughout the region
RESUMO Introdução. Em consonância com a tendência mundial, a América Latina está passando por um processo de envelhecimento acelerado. Nesse contexto, o nível de conhecimento sobre ferramentas de Avaliação Gerontológica Ampla ainda não foi explorado na região. O objetivo deste estudo foi determinar o nível de conhecimento sobre ferramentas de Avaliação Gerontológica Ampla entre profissionais de saúde, considerando o sexo, idade, formação, anos de experiência e carga horária de trabalho com pessoas idosas. Metodologia. Estudo observacional, transversal, com amostragem não probabilística. A amostra incluiu profissionais que trabalham com pessoas idosas, que responderam a um questionário on-line composto por dados sociodemográficos e quatro listas de instrumentos de cada esfera da Avaliação Gerontológica Ampla (13 instrumentos da esfera biomédica, 13 instrumentos funcionais, 15 instrumentos mentais (cognitivoafetivos) e 7 instrumentos sociais), com o objetivo de identificar o seu nível máximo de conhecimento. Resultados. A pesquisa foi respondida por 236 profissionais. A média de idade foi de 36.2 (DP=10,2) anos, com predomínio de mulheres no estudo (67.8%). Identificou-se heterogeneidade no nível de conhecimento das ferramentas de Avaliação Gerontológica Ampla. As de maior conhecimento foram: EVA, Katz, Barthel, TUG, MMSE, MEFO, GDS e Genograma. Profissionais com formação na área e experiência de seis ou mais anos no trabalho com pessoas idosas apresentaram maior nível de conhecimento das ferramentas de Avaliação Gerontológica Ampla (na maioria das esferas). Discussão. Foram encontrados resultados semelhantes em estudos realizados na Espanha e na Alemanha. Os achados inéditos na região indicam que ter mais formação ou experiência de trabalho com pessoas idosas favorece um nível mais elevado de conhecimento e utilização das ferramentas de Avaliação Gerontológica Ampla e, consequentemente, uma melhor abordagem das Síndromes Geriátricas. Conclusões. Foi identificado, entre profissionais, o nível de conhecimento das ferramentas de Avaliação Gerontológica Ampla de acordo com experiências prévias com pessoas idosas. Portanto, à luz dos resultados, evidencia-se a necessidade de ampliar a formação e a capacitação em Avaliação Gerontológica Ampla e suas ferramentas, tanto na graduação quanto na pósgraduação, nos países da região.