Samuel José Hernández Almanza
, Leonardo Rodríguez Perdomo
, Andrés José Tangarife Gaviria
Introducción. La inestabilidad postural en apoyo unipodal es un factor asociado al riesgo de fragilidad y mortalidad en adultos mayores; sin embargo, el sedentarismo e inactividad física en adultos jóvenes colombianos podrían anticipar riesgos similares. El objetivo fue determinar la confiabilidad de la prueba de balance unipodal (One Leg Stand, OLS) de 10 segundos en AJ. Metodología. Estudio observacional prueba–reprueba con 62 participantes (30 hombres, 32 mujeres; edades 20 ±1.9 y 20 ±1.8 años). Se aplicó el OLS en ambas extremidades con puntos de corte para riesgo alto (<10 s) y bajo (>10 s). Se registraron variables morfológicas mediante equipo de bioimpedancia SECA 525®,el Índice de masa corporal (IMC) (hombres 23.1 ±3.8; mujeres 23.1 ±3.9) y fuerza prensil con dinamometría Takei® (hombres 31.7 ±6.8 kg; mujeres 26.5 ±6.8 kg). Análisis: Descriptivos, pruebas de normalidad y Chi-cuadrado para comparar test y retest; significancia p<0.05. Resultados. La muestra presentó categorías de bajo peso, normopeso, sobrepeso y obesidad grado I. No se encontraron diferencias significativas entre test y retest en ambas extremidades (p>0.05), evidenciando estabilidad temporal y adecuado nivel de confiabilidad del OLS. Discusión. Los hallazgos concuerdan con informes previos sobre reproducibilidad de pruebas de equilibrio; la estabilidad observada en adultos jóvenes sugiere que el OLS es aplicable como herramienta de evaluación funcional en esta población. Conclusiones. La prueba de equilibrio unipodal de 10 segundos mostró un adecuado nivel de confiabilidad y consistencia entre mediciones, constituyéndose en una herramienta válida y accesible para la evaluación del equilibrio postural y el riesgo de caída en adultos jóvenes colombianos.
Introdução. A instabilidade postural em apoio unipodal é um fator associado ao risco de fragilidade e mortalidade em idosos; no entanto, o sedentarismo e a inatividade física em adultos jovens colombianos podem antecipar riscos semelhantes. O objetivo foi determinar a confiabilidade do teste de equilíbrio unipodal de 10 segundos (One Leg Stand, OLS) em adultos jovens (AJ). Metodologia. Estudo observacional teste-reteste com 62 participantes (30 homens, 32 mulheres; idades 20 ±1,9 e 20 ±1,8 anos). O OLS foi aplicado em ambas as extremidades, com pontos de corte para risco alto (<10 s) e baixo risco (>10 s). Foram registadas variáveis morfológicas através do equipamento de bioimpedância SECA 525®, o índice de massa corporal (IMC) (homens 23,1 ±3,8; mulheres 23,1 ±3,9) e a força de preensão manual por com dinamometria Takei® (homens 31,7 ±6,8 kg; mulheres 26,5 ±6,8 kg). Análise: estatística descritiva, testes de normalidade e qui-quadrado para comparar teste e reteste; significância p<0,05. Resultados. A amostra apresentou categorias de baixo peso, eutrofia, sobrepeso e obesidade grau I. Não foram encontradas diferenças significativas entre teste e reteste em ambas as extremidades (p>0,05), evidenciando estabilidade temporal e nível adequado de confiabilidade do OLS. Discussão. Os resultados estão em concordância com relatórios anteriores sobre a reprodutibilidade de testes de equilíbrio; a estabilidade observada em adultos jovens sugere que o OLS é aplicável como ferramenta de avaliação funcional nessa população. Conclusões. O teste de equilíbrio unipodal de 10 segundos mostrou um nível adequado de confiabilidade e consistência entre as medições, constituindo-se como ferramenta válida e acessível para a avaliação do equilíbrio postural e do risco de quedas em adultos jovens colombianos.
Introduction. Postural instability during one-leg stance is a factor associated with the risk of frailty and mortality in older adults; however, sedentary behavior and physical inactivity in young Colombian adults may predispose them to similar risks. The aim of this study was to determine the reliability of the 10-second one-leg stance (OLS) test in young adults. Methodology. An observational test–retest study was conducted with 62 participants (30 men, 32 women; mean ages 20 ± 1.9 and 20 ± 1.8 years, respectively). The OLS was applied on both lower limbs using cut-off points for high risk (<10 s) and low risk (>10 s). Morphological variables were recorded using a SECA 525® bioimpedance analyzer, body mass index (BMI) was calculated (men 23.1 ± 3.8; women 23.1 ± 3.9), and handgrip strength was assessed with a Takei® dynamometer (men 31.7 ± 6.8 kg; women 26.5 ± 6.8 kg). Data analysis included descriptive statistics, normality tests, and chi-square tests to compare test and retest results, with a significance level of p<0.05. Results. The sample included participants classified as underweight, normal weight, overweight, and grade I obesity. No significant differences were found between test and retest values in either limb (p>0.05), demonstrating temporal stability and an adequate level of reliability for the OLS. Discussion. The findings are consistent with previous reports on the reproducibility of balance tests; the stability observed in young adults suggests that the OLS is applicable as a functional assessment tool in this population. Conclusions. The 10-second one-leg stance test showed an adequate level of reliability and consistency between measurements, constituting a valid and accessible tool for assessing postural balance and fall risk in young Colombian adults.