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Costa, Maria Carolina da Silva
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Santos, Gerarlene Ponte Guimarães
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Dantas, Amanda Lúcia Barreto
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Costa, Girlene Ribeiro da
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Gouveia, Márcia Teles de Oliveira
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Brasil
Brasil
Objetivo: Medir el nivel de estrés de las madres de recién nacidos ingresados en una Unidad de Cuidados Intensivos Neonatales mediante la Escala de Estrés Parental: Unidad de Cuidados Intensivos Neonatales. Métodos: Estudio transversal con 81 madres. Los datos se obtuvieron mediante dicha escala, compuesta por tres dimensiones: sonidos e imágenes, apariencia y comportamiento del bebé, y cambios en el rol parental. Se aplicaron análisis descriptivos e inferenciales. Resultados: La dimensión “Sonidos e imágenes” presentó los niveles más bajos de estrés, con promedios de 2,46 y 2,40, clasificados como ligeramente estresantes. La dimensión “Apariencia y comportamiento del bebé” mostró estrés moderado, con promedios de 3,40 y 3,21. La dimensión “Cambios en el rol parental” registró las puntuaciones más altas, con promedios de 4,32 y 4,31, indicando alto estrés. La media total de la escala fue de 3,43, lo que caracteriza estrés moderado. La escala mostró alta fiabilidad (alfa = 0,93). Conclusión: Las madres presentaron elevados niveles de estrés, principalmente por la alteración del rol parental. Contribuciones a la práctica: Los hallazgos destacan la necesidad de estrategias para identificar y reducir el estrés materno, promover la participación parental, mejorar la comunicación y ofrecer apoyo emocional en la unidad neonatal.
Objetivo: mensurar o nível e as dimensões do estresse de mães de recém-nascidos em Unidades de Terapia Intensiva Neonatal. Métodos: trata-se de um estudo transversal, de caráter analítico e exploratório, realizado com 81 mães. Os dados foram coletados a partir da Parental Stress Scale: Neonatal Intensive Care Unit, traduzida, adaptada e validada para a população brasileira, composta por três dimensões: sons e imagens, aparência e comportamento do bebê e alteração do papel parental. Utilizaram-se análises descritivas e inferenciais. Resultados: “Sons e imagens” apresentou os menores níveis de estresse materno (médias: 2,46 e 2,40), classificados como pouco estressantes. “Aparência e comportamento do bebê” indicou estresse moderado (médias: 3,40 e 3,21). Já “Alteração do papel parental” obteve os maiores escores (médias: 4,32 e 4,31), indicando estresse elevado. A média total foi de 3,43 (métrica 1) e 3,32 (métrica 2), caracterizando estresse moderado. Conclusão: as mães apresentaram estresse elevado, especialmente devido à alteração do papel parental. Contribuições para a prática: achados reforçam a necessidade de estratégias para identificar e reduzir o estresse materno, ampliando a participação dos pais, aprimorando a comunicação e oferecendo apoio emocional no ambiente da terapia intensiva neonatal.
Objective: to assess the level and dimensions of stress among mothers of newborns admitted to neonatal intensive care units. Methods: this cross-sectional, analytical, exploratory study included 81 mothers. Data were collected using the Parental Stress Scale: Neonatal Intensive Care Unit, which had been translated, adapted, and validated for use with the Brazilian population. The scale comprises three dimensions: “Sights and Sounds,” “Infant Appearance and Behaviour,” and “Parental Role Alteration.” Descriptive and inferential analyses were performed. Results: the "Sights and sounds" dimension showed the lowest levels of maternal stress, with means of 2.46 and 2.40 and a classification of low stress. The "Infant appearance and behavior" dimension indicated moderate stress (means: 3.40 and 3.21). Conversely, the "Parental role alteration" dimension showed the highest scores (means: 4.32 and 4.31), which indicates high stress. Overall, the mean was 3.43 (metric 1) and 3.32 (metric 2), which indicates moderate stress. Conclusion: mothers experienced high levels of stress, particularly related to parental role alteration. Contributions to practice: such findings highlight the need for strategies to identify and reduce maternal stress, which should promote greater parental involvement, improve communication, and provide emotional support within the neonatal intensive care environment.