Brasil
Objetivo: caracterizar a las puérperas y los recién nacidos que recibieron fórmula lác-tea en alojamiento conjunto y describir las indicaciones y justificaciones para su uso.Materiales y método: estudio transversal realizado en un hospital universitario ubicado en el sur de Brasil, vinculado al Sistema Único de Salud. Se incluyeron mujeres que dieron a luz en el centro obstétrico de la institución, cuyos recién nacidos permanecieron en alojamiento conjunto y recibieron fórmula láctea entre el nacimiento y el alta hospitalaria. Se analizaron 384 historias clínicas electrónicas de binomios madre-bebé entre junio de 2020 y julio de 2021.Resultados: la mayoría de las mujeres eran blancas, tenían entre 20 y 35 años, y contaban con pareja. Los bebés nacieron a término, con puntuaciones de Apgar supe-riores a 7 en el primer y quinto minuto, y eran adecuados para la edad gestacional. La indicación médica más frecuente para la administración de fórmula láctea fue la dificultad para amamantar. Solo en el 21,3% de los casos se identificó justificación clínica para su uso. Conclusiones: la fórmula láctea se ha utilizado con frecuencia en recién nacidos sin una indicación clínica justificada, siendo las dificultades de lactancia el motivo más frecuentemente reportado.
Objetivo: caracterizar as puérperas e os recém-nascidos que receberam fórmula láctea em alojamento conjunto e descrever as indicações e justificativas para o seu uso. Materiais e métodos: estudo transversal realizado em um hospital universitário localizado no Sul do Brasil, vinculado ao Sistema Único de Saúde. Foram incluídas mulheres que realizaram parto no centro obstétrico da instituição, cujos recém-nascidos permaneceram em alojamento conjunto e receberam fórmula láctea no período com-preendido entre o nascimento e a alta hospitalar. Foram analisados 384 prontuários eletrônicos de binômios mãe-bebê, no intervalo de junho de 2020 a julho de 2021.Resultados: a maioria das mulheres era branca, com idade entre 20 e 35 anos, e tinha um companheiro. Os bebês nasceram a termo, com Apgar acima de 7 no primeiro e quinto minuto, e eram adequados para a idade gestacional. A indicação médica mais frequente para a admi-nistração de fórmula láctea foi a dificuldade na amamentação. Existia justificativa clínica para a oferta do suplemento em 21,3% dos casos. Conclusões: a fórmula láctea tem sido frequentemente utilizada em recém-nascidos sem indicação clínica justificada, sendo a dificuldade na amamentação o principal motivo relatado.
Objective: To characterize postpartum women and newborns who received infant formula during rooming-in care and to describe the indications and justifications for its use.Materials and methods: This cross-sectional study was conducted at a universi-ty hospital in southern Brazil, affiliated with the Unified Health System (sUs). It included women who gave birth at the institution’s obstetric center, whose new-borns remained in rooming-in care and received infant formula between birth and hospital discharge. A total of 384 electronic medical records of mother–baby pairs were analyzed between June 2020 and July 2021.Results: Most women were white, aged between 20 and 35 years, and had a part-ner. The newborns were full-term, had Apgar scores above 7 at both the first and fifth minutes, and were appropriate for gestational age. The most frequent medical indication for infant formula administration was breastfeeding difficulties. A clinical justification for formula use was identified in 21.3% of cases.Conclusions: Infant formula has been frequently administered to newborns without a justified clinical indication, with breastfeeding challenges cited as the primary reason.