Belarmina Reis Muleva
, Luciane Simões Duarte
, Natália de Castro Nascimento
Introducción: La asistencia prenatal desempeña un papel crucial en la promoción de la salud materna y fetal. Como parte de esta, la cartilla de salud de la mujer, usada adecuadamente, es una herramienta que ayuda a mejorar la salud materna e infantil, por lo que es necesario tener en cuenta la satisfacción de la mujer con la atención prenatal. Objetivos: (1) Verificar el uso de la cartilla de salud de la mujer/ficha prenatal y (2) describir la satisfacción de las mujeres con la asistencia prenatal.Método: Estudio cuantitativo, transversal y descriptivo, realizado en Nampula, Mozambique, con 339 mujeres de entre 18 y 49 años de edad, entrevistadas mediante un instrumento estructurado en Google Forms, pretesteado y aplicado con tablet. El uso de la cartilla se evaluó según el registro de información de la atención prenatal y la satisfacción de las mujeres con la atención prenatal, mediante la escala Patient Expectations and Satisfaction with Prenatal Care.Resultados: Se contactó a 393 mujeres, pero 54 de ellas (13.7%) no llevaban consigo la cartilla. De las 339 mujeres entrevistadas, 50.7% tenían constancia de cuatro o más consultas prenatales; 57.8%, de pruebas de sífilis, y 64.3% de mediciones de la presión arterial. Además, se observó un bajo porcentaje de registros de análisis de orina, vacunación completa y hemograma. En cuanto a la satisfacción, más de la mitad de las mujeres se mostraron insatisfechas con el tiempo de espera para ser atendidas por la persona profesional de salud.
Introdução: A assistência pré-natal tem um papel crucial na promoção da saúde materna e fetal, e a caderneta de saúde da mulher, em seu uso adequado, é um instrumento que ajuda a melhorar a saúde materna e infantil, sendo necessário considerar, ainda, a satisfação da mulher com o pré-natal.Objetivos: (1) Verificar o uso da caderneta de saúde da mulher/ficha pré-natal e (2) Descrever a satisfação da mulher com o pré-natal. Método: Estudo quantitativo, transversal e descritivo, realizado em Nampula, Moçambique, com 339 mulheres de 18 a 49 anos de idade, entrevistadas com o uso de instrumento estruturado no Google Forms, pré-testado e aplicado com tablet. O uso da caderneta foi avaliado segundo o registro de informações da assistência pré-natal, e a satisfação da mulher com o pré-natal, pela escala Patient Expectations and Satisfaction with Prenatal Care.Resultados: 393 mulheres foram abordadas, mas 54 delas (13,7%) não portavam a caderneta. Das 339 mulheres entrevistadas, 50,7%tinham registro de quatro ou mais consultas de pré-natal; 57,8%, de teste de sífilis; e 64,3%, de aferição de pressão arterial. Além disso, se observou baixo percentual de registro de exame de urina, esquema completo de vacinação e hemograma. Quanto à satisfação, mais da metade das mulheres mostrou-se insatisfeita com o tempo de espera para ser atendida pelo(a) profissional de saúde.Conclusão: O baixo registro na caderneta de saúde da mulher e a insatisfação com o pré-natal evidenciam a necessidade de capacitar profissionais e sensibilizar as mulheres.
Introduction: Prenatal care plays a crucial role in promoting maternal and fetal health, and women’s health records, in their proper use, are a tool for improving maternal and child health. Therefore, it is necessary to consider women’s satisfaction with prenatal care.Objectives: (1) To verify the use of the woman’s health booklet/prenatal record and (2) describe women’s satisfaction with prenatal care. Method: A quantitative, cross-sectional, descriptive study conducted in Nampula, Mozambique, with 339 women aged 18 to 49 years, interviewed using a structured instrument in Google Forms, which was pre-tested and applied with a tablet. The use of the booklet was evaluated based on the prenatal care information recorded on prenatal and the women’s satisfaction with prenatal care was assessed using the Patient Expectations and Satisfaction with Prenatal Care Scale.Results: 393 women were approached, but 54 of them (13.7%) were not carrying their health record booklet. Of the 339 women interviewed, 50.7% of them had records of four or more prenatal visits; 57.8% of them had records of syphilis testing; and 64.3% of blood pressure measurement. There was also a low percentage of records for urine tests, complete vaccination schedules, and blood counts. In terms of satisfaction, more than half of the women were dissatisfied with the waiting time to be seen by a health professional. Conclusion: The low number of entries in women's health records and the dissatisfaction with prenatal care highlight the need to train professionals and raise awareness among women.