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Luis Gustavo Raposo dos Santos
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Guilherme José Silva Ribeiro
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André de Araújo Pinto
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Brasil
Brasil
Introducción: El aumento de la población adulta mayor, aunque positivo, plantea desafíos relacionados con las enfermedades crónicas, incluido el tabaquismo, cuyos estudios siguen siendo limitados.Objetivo: Estimar la prevalencia de tabaquismo en adultos mayores y verificar su asociación con factores sociodemográficos.Método: Estudio transversal realizado con 1322 adultos mayores atendidos en la atención primaria de todo el estado de Roraima, Brasil. El consumo de tabaco fue evaluado por profesionales de la salud. Las variables sociodemográficas incluyeron sexo, edad, color de piel, nivel educativo y lugar de residencia. Utilizando regresión logística, se calcularon las Odds Ratio (OR) para las posibles asociaciones.Resultados: La prevalencia de tabaquismo fue del 11.6% y presentó diferencias significativas entre los grupos sociodemográficos (p < 0.05), excepto para el nivel educativo (p = 0.06). El tabaquismo en los adultos mayores estuvo directamente asociado al sexo masculino(OR = 1.77), al grupo de edad de 60-69 años (OR = 4.70), y al color de piel indígena (OR = 2.97) y amarillo (OR = 2.54), mientras que estuvo inversamente asociado a una mayor escolaridad (OR = 0.44). El lugar de residencia no fue significativodespués del ajuste.
Introduction: The increase in the older adult population, while positive, poses challenges related to chronic diseases, including smoking, which remains understudied.Objective: To estimate the prevalence of smoking among older adults and assess its association with sociodemographic factors.Methods: A cross-sectional study was conducted with 1,322 older adults receiving primary healthcare services across the state of Roraima, Brazil. Tobacco use was assessed by healthcare professionals. The available sociodemographic variables included sex, age, skin color, education level, and place of residence. Logistic regression was used to calculate Odds Ratios (OR) for possible associations.Results: The prevalence of smoking was 11.6% and showed significant differences across sociodemographic groups (p < 0.05), except for the education level (p = 0.06). Smoking among older adults was directly associated with the male sex (OR = 1.77), the 60–69 age group (OR = 4.70), and the indigenous (OR = 2.97) and yellow (OR = 2.54) skin colors, while it was inversely associated with higher education (OR = 0.44). The place of residence was not significant after adjustment.Conclusion: With one in ten older adults smoking, this study highlights the need for public policies aimed at smoking prevention, particularly among men, younger older adults, indigenous individuals, and those with lower education levels. Smoking cessation programs targeting specific groups can help reduce chronic diseases, improve the quality of life of older adults, and alleviate the burden on healthcare systems.
Introdução:O aumento da população idosa, embora positivo, intensifica desafios relacionados às doenças crônicas, incluindo o tabagismo, cujos estudos ainda são limitados. Objetivo:Estimar a prevalência de tabagismo em idosos e verificar sua associação com os fatores sociodemográficos.Método: Estudo transversal realizado com 1.322 idosos atendidos na atenção básica de todo o estado de Roraima, Brasil. O consumo de tabaco foi avaliado pelos profissionais de saúde. As variáveis sociodemográficas disponíveis foram sexo, idade, cor da pele, escolaridade e local de residência. Utilizando regressão logística, foram calculadas as Odds Ratio (OR) para as possíveis associações. Resultados: A prevalência de tabagismo foi de 11,6% e divergiu significativamente entre os grupos sociodemográficos (p < 0,05), exceto para a escolaridade (p = 0,06). O tabagismo nos idosos esteve diretamente associado ao sexo masculino (OR = 1,77), à faixa etária de 60-69 anos (OR = 4,70), à cor da pele indígena (OR = 2,97) e amarela (OR = 2,54), enquanto esteve inversamente associado à maior escolaridade (OR = 0,44). O local de residência não se mostrou significativo após ajuste. Conclusão:Com um em cada 10 idosos fumantes, este estudo ressalta a necessidade de políticas públicas direcionadas à prevenção do tabagismo, especialmente entre homens, idosos mais jovens, indígenas e pessoas com menor escolaridade. Programas de cessação do tabagismo para grupos específicos podem ajudar a reduzir doenças crônicas, melhorar a qualidade de vida dos idosos e amenizar a pressão nos sistemas de saúde.