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Zanetti Gomes, Ricardo
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de Barros Cordeiro, Flamarion
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Yasmin Hanke, Polyana
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de Freitas Netto, Felício
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Brasil
To assess burnout prevalence among UPA physicians and explore associations between its dimensions (emotional exhaustion, depersonalization, and personal accomplishment) and sociodemographic and organizational factors. Methods: a cross-sectional, quantitative study involving 29 full-time UPA physicians in the Campos Gerais region. Data were collected via electronic questionnaires, including the Maslach Burnout Inventory (MBI), and analyzed using R software. Results: high burnout levels were identified, with 82.76% reporting disorganized work environments and 79.31% citing excessive management demands. Significant associations included higher emotional exhaustion in physicians with longer UPA tenure (OR=5.99; 95% CI: 2.916.13) and turnover intentions linked to low personal accomplishment (OR=5.94; 95% CI: 1.15-7.35). Conclusion: organizational and emotional factors were pivotal in the development of burnout among UPA physicians. Interventions improving work conditions and providing psychological support are crucial. This study supports health policies aimed at professional well-being and enhanced patient care quality.
Avaliar a prevalência de burnout entre médicos de UPA e explorar associações entre suas dimensões (exaustão emocional, despersonalização e realização pessoal) com fatores sociodemográficos e organizacionais. Métodos: trata-se de um estudo transversal e quantitativo, envolvendo 29 médicos plantonistas fixos de UPA na região dos Campos Gerais. Dados foram coletados por questionários eletrônicos, incluindo o Maslach Burnout Inventory (MBI), e analisados no software R. Resultados: identificaram-se níveis elevados de burnout, com 82,76% relatando ambientes de trabalho desorganizados e 79,31% indicando cobranças excessivas pela gestão. Associações significativas incluíram maior exaustão emocional em médicos com mais tempo de trabalho em UPA (OR=5,99; IC 95%: 2,91-6,13) e ideação de desistência associada à baixa realização pessoal (OR=5,94; IC 95%: 1,15-7,35). Conclusão: fatores organizacionais e emocionais foram determinantes para o desenvolvimento do burnout entre médicos de UPA, indicando a necessidade de intervenções que melhorem as condições laborais e promovam suporte psicológico. Este estudo contribui para o planejamento de políticas de saúde focadas no bemestar dos profissionais e na qualidade do atendimento ao paciente.