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Caproni de Carvalho , Cauã
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Noemi Pithon da Silva, Clara
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Heisler Tavares, Eduarda
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Policeno de Oliveira Cooper, Eduarda
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Bonfada de Mattos, Eliza
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Moura e Souza, Enzo
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Cesar Oyama, Estela
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Stempkowski, Felipe
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Henrique Navrosk, Gabriel
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Pegoraro Welter, Giovanna
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Rossatto, Guilherme
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Yoshiake Morita , Gustavo
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Brasil
Tobacco use among adolescents is a public health problem with significant implications for the development of chronic diseases in adulthood. The aim of this study was to address the prevalence of tobacco use indicators, health conditions, and risk factors associated with tobacco consumption among students aged 13 to 17 in Paraná, Brazil. In 2019, the Brazilian Institute of Geography and Statistics (IBGE) conducted the National School Health Survey (PeNSE), involving students from all regions of the country. For this quantitative, cross-sectional study, the criteria of chemical substance use, social and economic determinants, and risk behaviors in young people were analyzed. The PeNSE/IBGE database and specialized software were used for the state data analysis. Among the 1,591 survey participants, it was observed that 333 (38.7%) adolescents aged 13 to 15 reported cigarette use, while 528 (61.3%) did not. Regarding students in the 16 to 17 age group, 368 (50.4%) reported having used nicotine, while 362 (49.6%) had not. Other parameters, such as prevalence by school type, smoking among friends, smoking in the family, and e-cigarette use, stratified by age group and school type, were correlated in this study to identify patterns of use. The research emphasizes the importance of public policies aimed at preventing tobacco use among adolescents, highlighting the need for health education and restriction of media-influenced advertising of tobacco products.
O objetivo deste estudo destinou-se a abordar a prevalência dos indicadores de hábitos de vida tabagista, as condições de saúde e os fatores de risco do consumo de tabaco entre estudantes de 13 a 17 anos do Paraná. Em 2019, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística realizou a Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar, envolvendo estudantes de todas as regiões do país. Para este estudo, de delineamento quantitativo e transversal, foram analisados os critérios de uso de substâncias químicas, determinantes sociais e econômicos e comportamentos de risco nos jovens. Para recorte de dados estaduais, utilizou-se a base de dados PENSE/IBGE e softwares. Dos 1.591 participantes da pesquisa, observou-se que 333 (38,7%) adolescentes entre 13 e 15 anos relataram uso de cigarros, enquanto 528 (61,3%) não. Em relação aos alunos na faixa etária de 16 a 17 anos, 368 (50,4%) afirmaram já ter feito uso de nicotina, ao passo que 362 (49,6%) não. Outros parâmetros, como prevalência por tipo de escola, tabagismo entre amigos, tabagismo na família e uso de cigarros eletrônicos, por faixa etária e por tipo de escola, foram correlacionados neste seguinte trabalho para identificar padrões de uso. A pesquisa reforça a importância das políticas públicas de prevenção ao tabagismo para adolescentes, com ênfase na educação em saúde e na restrição da publicidade de produtos de tabaco influenciada pela mídia. Além de destacar a necessidade de ações preventivas mais direcionadas, que considerem a influência do tipo de escola e do círculo social na adoção do hábito de fumar.