Mónica Paola Quemba Mesa
Introducción: Las mujeres durante su maternidad son vulnerables a sufrir de injusticias en sus procesos de atención en salud; temática sobre la cual se necesita mayor investigación. Objetivo: Interpretar las tensiones relacionadas con injusticias epistémicas en la atención en salud en la maternidad desde una perspectiva bioética.Metodología: Estudio cualitativo con enfoque fenomenológico. Contó con la participación de 12 mujeres.
La recolección de la información se hizo mediante entrevistas a profundidad y el análisis de la información con el software Atlas TI 8.0 aplicando codificación abierta y axial.
Resultados: Se identificaron 240 códigos que constituyeron 37 subcategorías y 8 categorías centrales: dificultades en el acceso a la salud, problemas de humanización, con la privacidad, con la autonomía, en la comunicación y el lenguaje, en el manejo del dolor, insatisfacción con la calidad de la atención en salud, además de las implicaciones para entes gubernamentales y las instituciones hospitalarias.
Conclusiones: Las mujeres aún viven tensiones relacionadas con injusticias epistémicas en la atención en salud en la maternidad que generan desigualdades; estas formas de injusticia deben ser reconocidas y sobre estas trabajar en la generación de trasformaciones sociales profundas a nivel de la macrobioética –global-, mesobioética -estados nacionales- y microbioético -bioética clínica-
Introduction: Women during their motherhood are vulnerable to suffering from injustices in their health care processes; subject on which more research is needed. Objective: To interpret the tensions related to epistemic injustices in maternity health care from a bioethical perspective. Methodology: Qualitative study with a phenomenological approach. It was attended by 12 women. The information was collected through in-depth interviews and the analysis of the information with the Atlas TI 8.0 software applying open and axial coding. Results:
240 codes were identified that constituted 37 subcategories and 8 central categories: difficulties in access to health, problems of humanization, with privacy, with autonomy, in communication and language, in pain management, dissatisfaction with the quality of health care, in addition to the implications for government entities and hospital institutions. Conclusions: Women still experience tensions related to epistemic injustices in maternity health care that generate inequalities; these forms of injustice must be recognized and on these work in the generation of deep social transformations at the level of macrobioethics -global-, mesobioethics -national states- and microbioethics -clinical bioethics-
Introdução: As mulheres durante a maternidade são vulneráveis a sofrer injustiças em seus processos de atenção à saúde; assunto sobre o qual mais pesquisas são necessárias. Objetivo: Interpretar as tensões relacionadas às injustiças epistêmicas na atenção à saúde da maternidade a partir de uma perspectiva bioética. Metodologia: Estudo qualitativo com abordagem fenomenológica. Estiveram presentes 12 mulheres. As informações foram coletadas por meio de entrevistas em profundidade e análise das informações com o software Atlas TI 8.0 aplicando codificação aberta e axial. Resultados: foram identificados 240 códigos que constituíram 37 subcategorias e 8 categorias centrais: dificuldades no acesso à saúde, problemas de humanização, com privacidade, com autonomia, na comunicação e linguagem, no manejo da dor, insatisfação com a qualidade da assistência à saúde, além às implicações para entidades governamentais e instituições hospitalares. Conclusões: As mulheres ainda vivenciam tensões relacionadas a injustiças epistêmicas na atenção à saúde da maternidade que geram desigualdades; estas formas de injustiça devem ser reconhecidas e sobre elas trabalhar na geração de profundas transformações sociais ao nível da macrobioética -global-, mesobioética -estados nacionais- e microbioética -bioética clínica-.