Franklin Ferreira Carvalho
, Cristiano Queiroz de Oliveira
, Michelle Soraia Dionísio Espinola, Gilmar Senna
OBJECTIVE: The aim of the present study was to compare hemodynamic responses with or without the use of an elevation training mask.METHODS: Fifteen trained men (78.68±6.56kg; 174.73±4.56cm; 23.18±2.04years) performed two training sessions with three exercises, 10-RM loads and 2-minute intervals, in different O2 deprivation conditions (with or without the elevation training mask). Cardiovascular parameters of systolic, diastolic blood pressure, heart rate and double product were observed. RESULTS: Based on the ANOVA, it can be observed similar significant decreases in systolic and diastolic blood pressure for respiratory conditions, however the duration of post-exercise hypotension for a training session using the ergogenic resource maintained an increased duration for up to 60 minutes for systolic blood pressure ( p<0.0001; d=–1.11) and diastolic (p=0.047; d=–0.82), which did not occur for other respiratory conditions. For heart rate and the double product there were no significant differences between respiratory conditions. CONCLUSION: Regardless of the use of the elevation training mask, strength training promotes significant decreases in systolic and diastolic blood pressure and increases in heart rate and the double product. Furthermore, a longer duration of post-exercise hypotension caused using this ergogenic resource was observed.
OBJETIVO: O objetivo do presente estudo foi comparar as respostas hemodinâmicas com ou sem a utilização da máscara de treinamento em elevação. MÉTODOS: Quinze homens treinados (78,68±6,56kg; 174,73±4,56cm; 23,18±2,04anos) realizaram duas sessões de treino com três exercícios, cargas de 10-RM e intervalos de 2 minutos, em diferentes condições de privação de O2 (com ou sem a máscara de treinamento em elevação). Foram observados os parâmetros cardiovasculares de pressão arterial sistólica, diastólica, frequência cardíaca e duplo produto.RESULTADOS: Com base na ANOVA, pode-se observar a diminuições significativas similares na pressão arterial sistólica e diastólica para as condições respiratórias, contudo a duração da hipotensão pós-exercício para a sessão de treinamento utilizando o recurso ergogênico manteve uma duração incrementada por até 60 minutos para a pressão arterial sistólica (p<0,0001; d=–1,11) e diastólica (p=0,047; d=–0,82), o que não ocorreu para a outra condição respiratória. Para a frequência cardíaca e duplo produto não ocorreram diferenças significativas entre as condições respiratórias. CONCLUSÃO: Independentemente da utilização da máscara de treinamento em elevação, o treinamento de força promoveu decréscimos significativos da pressão arterial sistólica e diastólica e elevações da frequência cardíaca e do duplo produto. Adicionalmente, foi observada uma maior duração da hipotensão pós-exercício ocasionada pelo uso deste recurso ergogênico.