México
Introducción: Los estilos parentales ejercidos en los hijos configuran actitudes y crean un clima emocional, esto podría influir en sus futuras relaciones de pareja y la presencia o no de violencia de pareja en estudiantes de enfermería. Objetivo: Identificar la relación de estilos parentales y violencia de pareja en estudiantes de enfermería de una universidad pública. Metodología: Estudio descriptivo, correlacional, muestreo aleatorio sistemático en 300 estudiantes de enfermería de una universidad mexicana, matriculados en la carrera, cursando primero, tercero y séptimo semestre, con 18 a 23 años y que contaron con relación de pareja actual o en el último año, se excluyeron quienes no quisieron participar. Se aplicó Escala de Estilos Parentales e Inconsistencia Percibida y Escala de Violencia e Índice de Severidad de Violencia de Pareja, ambas validadas para la población, se analizaron los datos mediante estadística descriptiva e inferencial. Resultados: 81.3 % fueron mujeres, 73.3 % tenían 18 a 20 años, 89.3 % solteros, 95 % con pareja heterosexual, 82.7 % tenía una pareja, 42 % con más de 1 año en la relación, 47.3 % vivía con la madre y 75.3 % solo estudiaba. Se encontró que el padre ejercía estilo indiferente y la madre estilo permisivo mostrando mayor demanda que respuesta, hubo relación estadística significativa en estilos parentales y casos severos de violencia de pareja física, psicológica y sexual. Conclusiones: Es imprescindible en enfermería concientizar a la población estudiantil y fomentar el conocimiento de los tipos de violencia de pareja y coadyuvar en su prevención.
Introduction: Parenting styles shape children's attitudes and create an emotional environment, which could influence their future romantic relationships and the presence or absence of intimate partner violence among nursing students. Objective: To identify the relationship between parenting styles and intimate partner violence among nursing students at a public university. Methodology: Descriptive correlational study, using a systematic random sample of 300 nursing students from a Mexican university, enrolled in the first, third or seventh academic semester with aged 18 to 23 years, who had a current relationship, or one in the last year. Those who did not wish to participate were excluded. The Perceived Parenting Styles and Inconsistency Scale and the Violence Scale and Intimate Partner Violence Severity Index were applied; both have been validated for use with this population. Data were analyzed using descriptive and inferential statistics. Results: 81.3 % were women, 73.3 % were 18 to 20 years, 89.3 % single, 95 % with heterosexual partner, 82.7 % with a partner, 42 % with more than 1 year in the relationship, 47.3 % lived with their mother, and 75.3 % were studying. It was found that the father exercised an indifferent parenting style, while the mother exercised a permissive style, showing greater demand than response. A statistically significant relationship was found between parenting styles and severe cases of physical, psychological and sexual intimate partner violence. Conclusions: In nursing, it is essential to raise awareness among students and promote knowledge of the types of intimate partner violence and contribute to its prevention.
Introdução: Os estilos parentais exercidos sobre as crianças moldam atitudes e criam um clima emocional, que pode influenciar seus relacionamentos futuros e a presença ou ausência de violência conjugal em estudantes de enfermagem. Objetivo: Identificar a relação entre estilos parentais e violência conjugal em estudantes de enfermagem de uma universidade pública. Metodologia: Estudo descritivo, correlacional, amostragem aleatória sistemática em 300 estudantes de enfermagem de uma universidade mexicana, matriculados no programa, em seus primeiro, terceiro e sétimo semestres, com idades entre 18 e 23 anos, que estavam em um relacionamento atual ou do ano anterior. Aqueles que não quiseram participar foram excluídos. A Escala de Estilos Parentais e Inconsistência Percebida e a Escala de Violência e o Índice de Gravidade da Violência Parceira, ambos validados para a população, foram aplicados. Os dados foram analisados por meio de estatística descritiva e inferencial. Resultados: 81,3% eram mulheres, 73,3 % tinham entre 18 e 20 anos, 89,3 % eram solteiros, 95 % tinham parceiro heterossexual, 82,7 % tinham parceiro, 42% estavam em um relacionamento há mais de 1 ano, 47,3 % moravam com a mãe e 75,3 % estavam apenas estudando. Foi constatado que o pai exerceu um estilo indiferente e a mãe um estilo permissivo, demonstrando maior demanda do que resposta. Houve relação estatística significativa entre os estilos parentais e casos graves de violência física, psicológica e sexual por parceiro. Conclusões: É essencial na enfermagem conscientizar a população estudantil e promover o conhecimento dos tipos de violência por parceiro e auxiliar na sua prevenção.