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Cabrera Alfonso, Zulma
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Sosa Aquino, Olga
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Gonzalez Bogarin, Sandra
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Duarte Pedrozo, Leslie
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Diaz Bareiro, Vanessa Mabel
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Asai Vera, Harumi
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Introducción: El estudio se centró en describir las características clínicas de los pacientes con COVID-19 atendidos en el Hospital Distrital de San Estanislao durante el periodo de febrero 2020 a febrero 2021, en el contexto de un sistema de salud sobrecargado por la pandemia. Objetivo: Determinar las características clínicas de los pacientes con diagnóstico positivo de COVID-19 en el Hospital Distrital de San Estanislao, evaluando factores sociodemográficos, clínicos y de riesgo. Metodología: Se llevó a cabo un estudio observacional, descriptivo y retrospectivo con 512 pacientes diagnosticados mediante pruebas PCR y de antígenos. Se analizaron variables demográficas, clínicas y de comorbilidades. Resultados: El 52% de los pacientes eran mujeres y el 48% hombres, con predominancia en los grupos de edad de 21-40 años. Los síntomas más frecuentes fueron fiebre y dolor de garganta (26%) y tos con rinorrea (23%), mientras que un 18% fue asintomático. Solo el 18% presentó comorbilidades, siendo la hipertensión (7%) y la diabetes (4%) las más comunes. La hospitalización alcanzó al 97% de los pacientes y la mortalidad fue baja (3%). Conclusiones: Los resultados resaltan la baja prevalencia de comorbilidades graves y la necesidad de adaptar los protocolos de manejo a las características específicas de la población atendida. La baja mortalidad observada subraya la importancia de un manejo temprano y efectivo en contextos con recursos limitados, aportando valiosa información para futuras estrategias de prevención y tratamiento.
Introduction: The study focused on describing the clinical characteristics of COVID-19 patients treated at the San Estanislao District Hospital between February 2020 and February 2021, in the context of an overwhelmed healthcare system due to the pandemic. Objective: To determine the clinical characteristics of patients diagnosed with COVID-19 at the San Estanislao District Hospital, evaluating sociodemographic, clinical, and risk factors. Methodology: An observational, descriptive, and retrospective study was conducted with 512 patients diagnosed using PCR and antigen tests. Demographic, clinical, and comorbidity variables were analyzed. Results: 52% of the patients were women and 48% were men, predominantly in the age groups of 21-40 years. The most frequent symptoms were fever and sore throat (26%) and cough with rhinorrhea (23%), while 18% were asymptomatic. Only 18% had comorbidities, with hypertension (7%) and diabetes (4%) being the most common. Hospitalization was required for 97% of the patients, and the mortality rate was low (3%). Conclusions: The results highlight the low prevalence of severe comorbidities and the need to adapt management protocols to the specific characteristics of the treated population. The observed low mortality emphasizes the importance of early and effective management in resource-limited settings, providing valuable information for future prevention and treatment strategies.
Introdução: O estudo centrou-se na descrição das caraterísticas clínicas dos pacientes com COVID-19 atendidos no Hospital Distrital de San Estanislao durante o período de fevereiro de 2020 a fevereiro de 2021, no contexto de um sistema de saúde sobrecarregado pela pandemia. Objetivo: Determinar as caraterísticas clínicas dos pacientes com diagnóstico positivo de COVID-19 no Hospital Distrital de San Estanislao, avaliando fatores sociodemográficos, clínicos e de risco. Metodologia: Foi realizado um estudo observacional, descritivo e retrospetivo com 512 pacientes diagnosticados por PCR e teste de antígeno. Foram analisadas variáveis demográficas, clínicas e de comorbilidade. Resultados: 52% dos doentes eram do sexo feminino e 48% do sexo masculino, com predomínio na faixa etária dos 21-40 anos. Os sintomas mais frequentes foram febre e dor de garganta (26%) e tosse com rinorreia (23%), enquanto 18% eram assintomáticos. Apenas 18% tinham comorbilidades, sendo a hipertensão (7%) e a diabetes (4%) as mais comuns. A hospitalização atingiu 97% dos doentes e a mortalidade foi baixa (3%). Conclusões: Os resultados evidenciam a baixa prevalência de comorbilidades graves e a necessidade de adaptar os protocolos de gestão às caraterísticas específicas da população servida. A baixa mortalidade observada sublinha a importância de um tratamento precoce e eficaz em contextos de recursos limitados, fornecendo informações valiosas para futuras estratégias de prevenção e tratamento.