Olga S Díaz Usme, Wanderley Augusto Arias Ortiz, Edgar A. Ibañez, Jeisson A. Hincapié
Objetivo: Describir la relación entre estrategias de afrontamiento y ansiedad asociada a emergencia sanitaria por COVID-19 en estudiantes del área de ciencias de la salud de una Institución de Educación Superior de Bogotá, Colombia. Material y Método: Estudio transversal con 61 estudiantes de programas de enfermería, medicina e instrumentación quirúrgica que realizaron práctica clínica en pandemia. Previo consentimiento se aplicó la Escala de Ansiedad por Coronavirus y preguntas seleccionadas de la Escala de Estrategias de Coping Modificada. El análisis de datos se realizó con SPSS Versión 29. Las variables cualitativas se analizaron con frecuencias absolutas y porcentuales; las variables cuantitativas con promedios y desviaciones estándar. Para las asociaciones se utilizó Chi2 de Pearson, con 95% de confianza y significancia 0,05; la tasa de respuesta fue del 100 %. Resultados: Edad promedio 22,49 años, 83,6% mujeres, 55,7% vivían con sus padres durante la pandemia. En Afrontamiento, la característica “Intenté ver los aspectos positivos del problema” fue significativa entre programas (p< 0,05) en donde “casi siempre” o “siempre” fue mayor en medicina (66,7%). La prevalencia de presencia sugestiva de ansiedad total fue de 26,2% y mayor (30%) en Enfermería. Conclusiones: Las diferencias en el uso de reevaluación positiva y los puntajes sugestivos de ansiedad, llaman la atención sobre posibles asociaciones necesarias de abordar en futuros estudios, ampliando la muestra. La respuesta integral a situaciones de emergencias en salud requiere de herramientas para el manejo de la ansiedad y de estrategias de afrontamiento efectivas en la formación del pregrado
Objective: To describe the relationship between coping strategies and anxiety related to the COVID-19 health emergency among healthcare students at a higher education institution in Bogotá, Colombia. Materials and Methods: Cross-sectional study conducted with 61 students of nursing, medicine andsurgical instrumentation programs who performed clinical practice during the pandemic. After informedconsent, the Coronavirus Anxiety Scale and selected questions from the Modified Coping Strategies Scale were administered. The analysis was carried out using SPSS version 29. Qualitative variables were analyzed using absolute frequencies and percentages, while quantitative variables were analyzed usingaverages and standard deviations. Pearson’s Chi2 was used for associations with 95% confidence and 0.05 significance; the response rate was 100%. Results: Mean age 22.49 years, 83.6% women, 55.7% livedwith their parents during the pandemic. In terms of coping, the characteristic “I tried to see the positive aspects of the problem” was significant between programs (p< 0.05), with “almost always” or “always”being higher in medicine (66.7%). The overall prevalence of the suggestive presence of anxiety was 26.2% and higher (30%) in Nursing. Conclusions: The differences in the use of positive reappraisal and anxietysuggestive scores highlight potential associations that should be explored in future studies with a larger sample size. A comprehensive response to health emergencies requires anxiety management tools and effective coping strategies in undergraduate training.
Objetivo: Descrever a relação entre as estratégias de coping e os níveis de ansiedade relacionada à emergência de saúde da COVID-19 entre estudantes de ciências da saúde em uma instituição de ensino superior em Bogotá, Colômbia. Material e Método: Estudo transversal realizado com 61 alunos dos cursos de enfermagem, medicina e instrumentação cirúrgica que realizaram prática clínica durante a pandemia. Após o consentimento informado, foram aplicadas a Escala de Ansiedade ao Coronavírus e perguntas selecionadas da Escala Modificada de Estratégias de Coping. A análise foi realizada com o software SPSS versão 29. As variáveis qualitativas foram analisadas por meio de frequências absolutas e porcentagens, enquanto as variáveis quantitativas foram analisadas por meio de médias e desvios padrão. O Chi2 de Pearson foi usado para associações com 95% de confiança e significância de 0,05; a taxa de resposta foi de 100%. Resultados: Idade média de 22,49 anos, 83,6% do sexo feminino, 55,7% residiam com ospais durante a pandemia. Em relação ao coping, a característica “tentei ver os aspectos positivos do problema” foi significativa entre os programas (p<0,05), sendo que “quase sempre” ou “sempre” foi maior em medicina (66,7%). A prevalência geral de presença sugestiva de ansiedade foi de 26,2% e superior (30%) em Enfermagem. Conclusões: As diferenças no uso de reavaliação positiva e nos escores sugestivos de ansiedade destacam possíveis associações que devem ser exploradas em estudos futuros com um tamanho de amostra maior. Uma resposta integral às emergências de saúde exige ferramentas de manejo da ansiedade e estratégias de coping eficazes na formação nos programas de graduação.